
Desde quando meu filho nasceu que eu venho lendo vários livros sobre educação infantil. Tinha uma preocupação muito grande com isso, afinal de contas eu ia estar formando uma personalidade, um caráter. E de certo modo responsável por quem meu filho vai se tornar no futuro.
Esses dias peguei uma amiga lendo um desses livros, mais ela não tinha filhos! E quando eu perguntei por que, ela respondeu que era seu pai que a havia dado o livro pra que ela entendesse um pouco da educação que ele lhe dera.
E me lembro que instintivamente eu fazia isso com o PH. Procurava lembrar das partes da minha educação em que eu não concordava com a maneira com que meus pais agiram e tentava não repetir o erro.
De todos os livros que eu li, acho que a lição mais difícil e eficiente é o exemplo. Isso mesmo, o exemplo que vc dá a seu filho, o modo como ele te enxerga, o que ele vê vc fazendo. Isso sim funciona!
De nada adianta vc aos berros, pedir a seu filho que abaixe o tom de voz! Certo?
Outra coisa de que eu tenho verdadeiro pavor, são as famosas “palmadas”. Não concordo e ponto final! Nem escuto argumentos a favor, pq não me convencerás jamais!
De qualquer forma, bater é um desrespeito à criança. Se batemos em adulto é agressão! Em cachorro, crueldade! Bater em uma criança é educação?
Me desculpem, mais é um dos poucos assuntos em que eu sou inflexível.
Não acho que seria a melhor forma de educar uma criança, existem vários caminhos para impor limites e educar.
As pessoas tentem a pensar em dois extremos, que bater é espancar, e que não bater é não educar, deixar a criança " sem vergonha". Nenhum dos dois extremos levam a nada.
Lógico que não é fácil, a gente se descontrola algumas vezes, ninguém é ZEN o tempo inteiro, rs
Teve um episódio em que o PH tinha quase 3 anos e eu peguei ele com uma caneta furando o meu sofá! Perdi a paciência! Dei UM tapinha na bunda dele! Meu Deus, essa criança chorou tanto, um choro sentido. Era como se eu tivesse desrespeitado ele. Não chorou de dor. Um tapa atinge a moral da criança, ela se sente ofendida moralmente, não fisicamente!
E foi o primeiro e o ultimo. E nem preciso dizer como eu me senti! Um lixo! Realmente o tapa doeu mais em mim do que nele!
Depois disso, fiz o certo. Sentei e expliquei o porque, ele entendeu e nunca mais fez!
As mães deveriam se informar mais, pra que não castiguem seus filhos, da mesma forma que foram castigadas, pois ás vezes a criança apanha pra aprender que não pode bater, é uma incoerência...
O ato de bater é na maioria das vezes, falta de paciência e descontrole da mãe, pois é muito mais fácil e rápido simplesmente bater, não é? As vezes apanha sem saber até pq esta apanhando.
Toda criança tem direito de saber o porquê de um não, eles são muito inteligentes, entendem tudo e se explicarmos com amor, vão entender sempre nossas razões.
Outra coisa que eu faço sempre é elogiar o que ele tem de bom. Dar os parabéns quando ele faz alguma coisa certa.
Há algum tempo atrás deixei de falar palavrão. Sempre achei horrível! Acho que a anergia negativa de um palavrão é muito forte, ainda mais para crianças. Se ela não aprende a falar quando criança, nunca mais vai falar.
Desde muito pequeno ele já sabe o significado das palavras “Por favor”, “Obrigado” e “Desculpa”. Essas palavras facilitam muito as coisas. E não é só ele quem as usa. Eu várias vezes peço desculpas a ele por exemplo quando perco a paciência.
Quando ele faz alguma errada, tento fazer ele refletir e pergunto “Pedro Henrique está certo o que o Sr esta fazendo?” rs. Na maioria das vezes ele fala “não”. Mais isso é muito importante: A REFLEXÃO, a própria conclusão e conscientização.
Pode ser que pra mim seja fácil, porque o meu filho é muito fácil de lidar. Explico, ele entende a acabou. E olha que eu não sou muito boa em dizer “não”, na maioria das vezes eu digo “sim”, rs
Criança tem que aproveitar, se ele quiser rolar na terra, que role! Ele é criança, só terá essa oportunidade! Eu sou bem liberal, na maioria das vezes eu cedo!
Agora, choro de criança é uma coisa que me irrita profundamente! O meu filho já sabe disso e jamais cedi a uma birra dele! Quando ele quer alguma coisa vem e pede, conversa. E se eu falar “não” sempre será acompanhado de um porque. Tento fazer ele entender os motivos do meu “não”. Comigo não tem “Não, por que, não”. E ele entende! É incrível como as crianças são sensíveis e inteligentes. Se vc tiver uma bom”blá” pronto! Eles estão do seu lado!
Outro ponto que eu gostaria de frisar é a relação com os filhos qndo se trata de pais separados. NUNCA, jamais, falo um A que desrespeite o pai dele. Tento transparecer que a gente é amigo e que apesar de não ter dado certo sinto carinho pelo PAI DELE! Existem mães que tem a coragem de jogar o filho contra o próprio pai, falar mal do pai e vice e versa! O final dessa historia é trágico! O filho acaba se voltando contra, e a pessoa acaba experimentando do seu próprio veneno.
O ser humano é assim, por exemplo vc pode até falar mal do seu irmão. Porém se alguém de fora falar. Pronto! Vc vira uma fera! Não é?
Assim é quando se trata de pai e mãe. Respeito!
Se o pai ou a mãe não vale nada! Deixe! O tempo mostra! Ele vai ver com seus próprios olhos e tirar suas próprias conclusões. Nunca confunda a relação homem e mulher, com a relação pai e filho.
Não perco uma oportunidade de dizer a ele o quanto eu o amo. Ele é muito carinhoso! E acho que isso da uma segurança pra criança e faz com que ela seja confiante no futuro. Falou a psicóloga infantil.. mais são os livros que afirmam..
E me lembro que instintivamente eu fazia isso com o PH. Procurava lembrar das partes da minha educação em que eu não concordava com a maneira com que meus pais agiram e tentava não repetir o erro.
De todos os livros que eu li, acho que a lição mais difícil e eficiente é o exemplo. Isso mesmo, o exemplo que vc dá a seu filho, o modo como ele te enxerga, o que ele vê vc fazendo. Isso sim funciona!
De nada adianta vc aos berros, pedir a seu filho que abaixe o tom de voz! Certo?
Outra coisa de que eu tenho verdadeiro pavor, são as famosas “palmadas”. Não concordo e ponto final! Nem escuto argumentos a favor, pq não me convencerás jamais!
De qualquer forma, bater é um desrespeito à criança. Se batemos em adulto é agressão! Em cachorro, crueldade! Bater em uma criança é educação?
Me desculpem, mais é um dos poucos assuntos em que eu sou inflexível.
Não acho que seria a melhor forma de educar uma criança, existem vários caminhos para impor limites e educar.
As pessoas tentem a pensar em dois extremos, que bater é espancar, e que não bater é não educar, deixar a criança " sem vergonha". Nenhum dos dois extremos levam a nada.
Lógico que não é fácil, a gente se descontrola algumas vezes, ninguém é ZEN o tempo inteiro, rs
Teve um episódio em que o PH tinha quase 3 anos e eu peguei ele com uma caneta furando o meu sofá! Perdi a paciência! Dei UM tapinha na bunda dele! Meu Deus, essa criança chorou tanto, um choro sentido. Era como se eu tivesse desrespeitado ele. Não chorou de dor. Um tapa atinge a moral da criança, ela se sente ofendida moralmente, não fisicamente!
E foi o primeiro e o ultimo. E nem preciso dizer como eu me senti! Um lixo! Realmente o tapa doeu mais em mim do que nele!
Depois disso, fiz o certo. Sentei e expliquei o porque, ele entendeu e nunca mais fez!
As mães deveriam se informar mais, pra que não castiguem seus filhos, da mesma forma que foram castigadas, pois ás vezes a criança apanha pra aprender que não pode bater, é uma incoerência...
O ato de bater é na maioria das vezes, falta de paciência e descontrole da mãe, pois é muito mais fácil e rápido simplesmente bater, não é? As vezes apanha sem saber até pq esta apanhando.
Toda criança tem direito de saber o porquê de um não, eles são muito inteligentes, entendem tudo e se explicarmos com amor, vão entender sempre nossas razões.
Outra coisa que eu faço sempre é elogiar o que ele tem de bom. Dar os parabéns quando ele faz alguma coisa certa.
Há algum tempo atrás deixei de falar palavrão. Sempre achei horrível! Acho que a anergia negativa de um palavrão é muito forte, ainda mais para crianças. Se ela não aprende a falar quando criança, nunca mais vai falar.
Desde muito pequeno ele já sabe o significado das palavras “Por favor”, “Obrigado” e “Desculpa”. Essas palavras facilitam muito as coisas. E não é só ele quem as usa. Eu várias vezes peço desculpas a ele por exemplo quando perco a paciência.
Quando ele faz alguma errada, tento fazer ele refletir e pergunto “Pedro Henrique está certo o que o Sr esta fazendo?” rs. Na maioria das vezes ele fala “não”. Mais isso é muito importante: A REFLEXÃO, a própria conclusão e conscientização.
Pode ser que pra mim seja fácil, porque o meu filho é muito fácil de lidar. Explico, ele entende a acabou. E olha que eu não sou muito boa em dizer “não”, na maioria das vezes eu digo “sim”, rs
Criança tem que aproveitar, se ele quiser rolar na terra, que role! Ele é criança, só terá essa oportunidade! Eu sou bem liberal, na maioria das vezes eu cedo!
Agora, choro de criança é uma coisa que me irrita profundamente! O meu filho já sabe disso e jamais cedi a uma birra dele! Quando ele quer alguma coisa vem e pede, conversa. E se eu falar “não” sempre será acompanhado de um porque. Tento fazer ele entender os motivos do meu “não”. Comigo não tem “Não, por que, não”. E ele entende! É incrível como as crianças são sensíveis e inteligentes. Se vc tiver uma bom”blá” pronto! Eles estão do seu lado!
Outro ponto que eu gostaria de frisar é a relação com os filhos qndo se trata de pais separados. NUNCA, jamais, falo um A que desrespeite o pai dele. Tento transparecer que a gente é amigo e que apesar de não ter dado certo sinto carinho pelo PAI DELE! Existem mães que tem a coragem de jogar o filho contra o próprio pai, falar mal do pai e vice e versa! O final dessa historia é trágico! O filho acaba se voltando contra, e a pessoa acaba experimentando do seu próprio veneno.
O ser humano é assim, por exemplo vc pode até falar mal do seu irmão. Porém se alguém de fora falar. Pronto! Vc vira uma fera! Não é?
Assim é quando se trata de pai e mãe. Respeito!
Se o pai ou a mãe não vale nada! Deixe! O tempo mostra! Ele vai ver com seus próprios olhos e tirar suas próprias conclusões. Nunca confunda a relação homem e mulher, com a relação pai e filho.
Não perco uma oportunidade de dizer a ele o quanto eu o amo. Ele é muito carinhoso! E acho que isso da uma segurança pra criança e faz com que ela seja confiante no futuro. Falou a psicóloga infantil.. mais são os livros que afirmam..
Cuidem bem das nossas crianças! Elas são a garantia de um futuro melhor!
“Quando uma sociedade deixa matar suas crianças, é porque começou seu suicídio. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como HUMANIDADE” Hebert José de Souza

hahahhahah
adorei..apoiada!!!!
bjs